Cuiabá, 21 de Novembro de 2018

DÉBITO COM A LEGENDA

Quarta-feira, 03 de Janeiro de 2018, 09h:32 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Valtenir volta a cena para cobrar ex-socialistas por dívida de R$ 500 mil

Da Redação

(Foto: Reprodução/Web)

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Nesta última  nesta terça-feira (02), o presidente estadual do PSB, deputado federal Valtenir Pereira, acusou a gestão anterior  - na época presidida pelo também deputado federal Fábio Garcia -, de deixar dívidas que somam R$ 500 mil no diretório.

 

Os débitos, de acordo com o novo presidente dos socialistas em Mato Grosso, seriam referentes desde o aluguel da sala comercial onde ficava a  sede do partido, a taxa de condomínio neste período até a locação de veículos em Goiás, durante a campanha de 2014, que teria gerado o bloqueio das contas bancárias do PSB no Estado. Além de encargos sociais de três funcionários, que não foram recolhidos.

 

Valtenir ainda cobrou uma a dívida na ordem de R$ 230 mil, do dízimo partidário que Garcia e Adilton Sachetti. E ainda dos parlamentares estaduais Eduardo Botelho, Mauro Savi, Max Russi, Adriano Silva e Oscar Bezerra. 

 

De todos eles, apenas Botelho confirma realizar o pagamento do dízimo para se desfiliar da legenda. Os demais já disseram considerar a cobrança "absurda" e negam fazer os pagamentos. A dívida seria um dos motivos para que Valtenir não autorize a desfiliação dos estaduais, sem que percam o mandato.  

 

Entenda o caso

  

O deputado Fábio Garcia saiu do PSB em outubro do ano passado, depois de ser destituído pela executiva nacional por ter contrariado o partido em votações de projetos do governo, como a Reforma Trabalhista. 

 

Outro que saiu da legenda foi o deputado Adilton Sachetti, que na sua desfiliação criticou severamente a cúpula nacional por ter destituído o diretório estadual, da qual era vice-presidente.  

 

Tanto Sachetti quanto Fabio Garcia vieram à público para discordar com a decisão da  presidência nacional, sobretudo, após designar o deputado Valtenir Pereira para presidir o PSB em Mato Grosso.  

 

No dia 13 de dezembro, os parlamentares federais dissidentes - Garcia e Sachetti -, assinaram sua ficha de filiação no Democrata. 

 

Já o presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, até tentou se desfiliar da sigla. Por meio de liminar, Botelho tenrou se dwsvincular da fileira socialista antes da janela partidária, mas teve seu pedido negado pelo juiz José Antônio Bezerra Filho, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE -MT). Oo pedido do parlamentar ainda vai para o julgamento do mérito. 

 

Botelho é um dos quatro deputados estaduais que pretende sair da legenda. Igualmente descontente com o comando de Valtenir no diretório. O presidente do Legislativo só poderia deixar a legenda em março de 2018, seis meses antes da eleição, quando é aberta a janela partidária. Este é um instrumento utilizado pelos políticos detentores de mandato para trocar de partido sem a perda do mandato por infidelidade partidária. 

 

Entre os partidos cogitados para abrigar Botelho e os outros deputados está o DEM e o PP. Além de Botelho, também devem deixar o partido o deputado licenciado e secretário-chefe da Casa Civil, Max Russi e os deputados Oscar Bezerra, Professor Adriano Silva e Mauro Savi.

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