Cuiabá, 24 de Setembro de 2018

ESTRATÉGIA DE MARKETING

Terça-feira, 10 de Julho de 2018, 12h:21 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Tucanato tenta apoio do PSD, em convite a Dorner como vice de Taques

Da Redação

(Foto: Reprodução/Divulgação)

Dorner-Taques-Leitão.jpg

 

As últimas informações que têm circulado em sites, jornais e tevês dão conta de que o empresário social democrata, Roberto Dorner, ex-deputado federal, seria capaz de decidir[sozinho] de que lado o PSD poderia ficar nestas eleições. Após convite de sair na dobradinha com Taques, como seu vice, neste pleito.

 

O partido que hoje possui o maior número de deputados no Legislativo - Wagner Ramos, Gilmar Fabris, Ondanir Bortolini, o Nininho, Pedro Satélite e Zé Domingos -, além de ter como dirigente da sigla no Estado, o ex-vice-governador Carlos Fávaro, tem sido alvo de grande disputa pelos três pré-candidatos ao Governo do Estado.

 

De acordo com alguns correligionários do partido, chega a ser engraçado, se não fosse tão sério, colocar Dorner como o proprietário da chave da legenda no Estado.

 

Ainda que os estrategistas vejam mais como um jogo inteligente de marketing, superestimar o empresário, como tem feito em particular o tucanato, como forma de cristalizar a possibilidade de que na condição de vice de Taques, Dorner passaria a ter a chave do cofre e, assim, obviamente, podendo ser o responsável por levar a sigla para o arco de apoio de Taques.

 

Mesmo que a legenda quenha o ex-vice-governador Carlos Fávaro, presidente e pré-candidato ao Senado que, inclusive, assinou a carta-manifesto junto com outros 30 ex-apoiadores de Taques, justificando [em documento com 4 páginas] as razões pelas quais não apoiariam a reeleição do gestor tucano.

 

Desde então o ex-vice-governador passou a criticar abertamente Taques e tem sido “assediado” pelos grupos do ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM) e do senador Wellington Fagundes (PR).

 

Já Dorner é empresário do agronegócio e da comunicação, e foi eleito suplente de deputado federal em 2010 pelo PP. Ele tem sua base eleitoral em Sinop (479 km de Cuiabá), onde foi candidato à Prefeitura em 2016, sendo derrotado pela prefeita Rosana Martinelli. No início do ano, o empresário chegou a cogitar disputar uma vaga na Câmara Federal, mas recuou.

 

Pedro Taques e o PSDB tentam articular uma base de partidos para viabilizar a candidatura do tucano à reeleição. O governador busca ter PSB, PPS, PRTB, Patriota, Solidariedade e PV em sua chapa.

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