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Terça-feira, 12 de Junho de 2018, 16h:03 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Botelho diz que apoia DEM mas avisa que não vai criticar Taques em campanha

Marisa Batalha/Luana Valetim

(Foto: Reprodução)

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O presidente da Assembleia Legislativa, o democrata Eduardo Botelho, não abre mão de ser – até o fim -, o mais fiel escudeiro do governador Pedro Taques (PSDB), no Parlamento estadual. 

 

Mesmo após a decisão nesta última segunda-feira (11), de seu partido – quanto ao processo de oficialização das pré-candidaturas de Mauro Mendes, na disputa pela Governadoria do Estado e de Jayme Campos para o Senado -, ainda assim Botelho revela que vai estar na base de apoio do gestor tucano, na Assembleia.

 

Após a visita nesta terça-feira (12), do ex-governador Jayme Campos, um dos caciques dos democratas em Mato Grosso, ao seu gabinete no Legislativo, onde a conversa durou horas, o presidente saiu da reunião e em conversa com a imprensa voltou a reafirmar sua lealdade a Taques.

 

 ‘Vou continuar com a minha postura de defender o governo aqui dentro da Assembleia. E ainda evidentemente dando sustentação ao governo, nos projetos que enviar à Casa, a menos que o governador me dispense, fora isso, nossa relação aqui vai continuar a mesma’.

 

Ainda reiterando que respeitará a relação de lealdade e franqueza entre os dois e, assim, enquanto presidente da Casa de Leis continuará fazendo a defesa do governo na Casa. E ainda que apoie a decisão de seu partido quanto a caminhar com candidatura própria, ele não deverá, entretanto, tecer críticas contra Taques, como vem realizando alguns de seus correligionários de sigla.

 

‘Vou entrar na campanha, evidentemente apoiando o candidato do partido. Mas não significa fazer uma campanha de crítica ao governador Pedro Taques. Primeiro porque não é o meu estilo, segundo porque vou respeitar esse tempo que estivemos trabalhando juntos aqui, em favor do Estado. Assim, não esperem de mim acusações ou xingamentos contra o governador’, frisou Botelho.

 

E ao ser questionado quanto a revogação da prisão do também democrata, o deputado Mauro Savi, há 34 dias preso no Centro de Custódia de Cuiabá, supostamente por liderar um desvio de pelo menos R$ 30 milhões do Detran em licitações fraudulentas no órgão, Botelho acabou se irritando. Revelando que estaria longe deste processo e quem estaria conduzindo a ação em favor da soltura do colega de Parlamento seria a Procuradoria, junto com os deputados Guilherme Maluf (PSDB) e Oscar Bezerra (PV).

 

‘Não sou advogado, sou engenheiro, por isso este processo de libertação de Mauro Savi está nas mãos da procuradoria’.

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