Cuiabá, 15 de Agosto de 2020

VARIEDADES
Quinta-feira, 02 de Julho de 2020, 08h:52

"ME FEZ RIR? JÁ VEJO POSSIBILIDADE"

Bianca Andrade sobre pansexualidade

Ex-BBB negou em seu Instagram que tenha falado sobre a sexualidade como forma de marketing: "Fui abrindo o meu leque e me apaixonando por pessoas aleatórias"

Revista QUEM

(Foto: Reprodução / Instagram)

Bianca Andrade negou, em seu Instagram, que assumiu sua pansexualidade como forma de ação de marketing. Por meio de uma série de vídeos publicados em seus stories, a empresária e ex-BBB explicou como se descobriu pansexual.

"Uma galera falou assim: 'Ah, é marketing. Ela está fazendo isso por marketing'. Tenho que tomar um pouco de cuidado com isso, porque por eu gostar muito de marketing, às vezes as pessoas podem começar a achar que tudo o que estou fazendo é por marketing. E não é, pelo contrário. Isso não tem a ver com o meu trabalho e as minhas marcas. Isso tem a ver com a mulher livre que eu sou e com a mensagem e o propósito que eu tenho de mostrar para as outras mulheres que elas também são livres, sabe?", começou ela.

A influenciadora voltou a negar que o fato de ter falado sobre a sua sexualidade tenha a ver com a suas vendas. "De um tempo para cá tenho crescido muito e me conscientizado muito sobre as coisas. Acho importante a gente falar sobre isso abertamente para que ninguém confunda. Ao mesmo tempo que aqui é meu trabalho, também é o lugar em que converso com pessoas", explicou.

Posteriormente, Bianca ainda falou sobre as pessoas que traz para o seu canal e seu novo programa no Youtube. "Quando levo pessoas para lá para levar representatividade, tem muito mais a ver com a minha vida, com meu convívio. Com levar pessoas que fazem parte da minha vida do que somente levantar uma bandeira, sabe? Não tem nada a ver uma coisa com outra".

"Nenhum de minhas estratégias de marketing envolvem a minha vida amorosa", continuou ela, explicando que não leva seus lados da vida pessoal para o trabalho.

Descoberta da Pansexualidade
Bianca também contou como se descobriu pansexual. "Descobri quando ficava com as pessoas independente se era homem, mulher, bonito, feio, alto, baixo, se era gringo, se não era. Eu tinha mais atração pela conversa, pela risada, pelo bom humor da pessoa do que realmente ela era por fora".

A empresária também pontuou que nunca teve padrão em seus relacionamentos. "Se pegarem o leque de pessoas que já fiquei... Meus amigos até me zoavam antigamente, porque não tem 'lé com cré' (sic). Mas isso fisicamente, pode ter certeza que todas tem um bom humor sinistro, conversa maravilhosa, e fazer o que? É isso o que eu gosto", contou.

Na sequência, ela explicou que foi, por uma época, atraída por "boys gatos", mas que a conversa nunca fluía. "Não é preconceito com os 'boys gatos', mas dos que eu peguei, a maioria não era... não rendia. Claro, alguns foram maravilhosos, mas a maioria, não", revelou.

"Fui abrindo o meu leque e me apaixonando por pessoas aleatórias. No começo, meus amigos riam muito de mim. Mas eu falava que estava me amarrando. Porque a beleza, você enjoa. O que fica é a conversa e o momento. Eu gosto de gente que é engraçada. Me fez rir? Já estou vendo possibilidade", contou ela, bem-humorada.


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