Cuiabá, 01 de Junho de 2020

POLÍTICA
Sexta-feira, 03 de Abril de 2020, 12h:04

NOVO RECORDE

Juízes de MT publicam quase 22 mil decisões em menos de 15 dias

Com Assessoria
Única News

(Foto: Reprodução)

Em menos de 15 dias de teletrabalho, os magistrados de Mato Grosso vem registrando recordes de produtividade, o que demonstra o comprometimento de todos com os serviços prestados ao cidadão, em especial neste período de pandemia provocada pelo coronavírus. De 20 de março a 2 de abril foram publicadas 21.937 decisões judiciais, das quais 19.365 são sentenças. No mesmo período foram registrados 1.758 acordos e baixados 16.266 processos (arquivo definitivo).


O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, disse que magistrados e servidores formaram uma corrente de apoio, por meio eletrônico, com mensagens de incentivo mútuo para manter a produtividade e a esperança em dias melhores. “É muito gratificante perceber a garra dos nossos magistrados e servidores neste momento difícil para todos”, comentou.
Durante o período de teletrabalho também foi registrado um recorde de movimentação do Processo Judicial Eletrônico (PJe). O pico de movimentações ocorreu em março, com 1.417.616 movimentações. Nos primeiros três dias de abril, o número de movimentações do PJe chega a 50% do registrado no mês de janeiro.


Com o objetivo de ampliar ainda mais a produtividade, o presidente do Tribunal de Justiça manteve contato com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso (OAB/MT), Leonardo Campos, a fim de promoverem uma campanha conjunta, incentivando os advogados a impulsionarem os seus processos. “O Judiciário não parou, e não vai parar neste período de pandemia. É o momento em que a sociedade mais precisa dos serviços públicos. Mudamos apenas a modalidade da nossa prestação de serviço. O que era presencial, agora é feito de forma remota, de casa. Temos tecnologia disponível para isso, temos condições de nos superar. É na crise que temos a oportunidade de nos reinventar”, disse o desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha.


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