Cuiabá, 15 de Janeiro de 2021

POLÍTICA MT
Terça-feira, 24 de Novembro de 2020, 15h:20

2º TURNO EM CUIABÁ

Stopa nega coação e diz que estão apenas ‘pedindo votos’, assim como no Governo

Claryssa Amorim
Única News

Foto: (Reprodução/Web)

José Roberto Stopa (PV), candidato a vice do atual prefeito e candidato à reeleição, Emanuel Pinheiro (MDB), comentou as acusações de que, durante a campanha do 2º turno, pessoas estariam “coagindo” os servidores a votarem na chapa. Para ele, não existe coação, mas sim pedido de votos e “não tem mal algum nisso”.

Programas eleitorais do candidato adversário, Abilio Junior (Podemos), mostram que Pinheiro estaria “coagindo” servidores ao pedir votos.

Stopa afirma que não existe coação e que pedir votos é permitido, lembrando, inclusive, que o mesmo é feito pelo governador Mauro Mendes (DEM), que pede votos a Abilio, após declarar apoio a ele.

“Coação não, mas pedido (de votos) tenho certeza que existe, assim como tem por parte do Governo do Estado, que apoia o outro candidato. A gente encontra muitas pessoas pertencentes ao Estado pedindo votos para o outro candidato”, disse ele, durante entrevista ao Jornal do Meio Dia nesta terça-feira (24).

Stopa ainda ressaltou que no Governo se trata de “chefes”, já que servidor efetivo tem mais “autonomia”. “Vamos falar de chefes, porque servidor tem uma autonomia, uma maior isenção, mas de chefe nós encontramos sem dúvida nenhuma os pedidos de votos e não vejo crime algum nisso. Agora, se alguém cometeu algum excesso, que a Justiça investigue”, pontuou.

Questionado sobre a rivalidade entre Pinheiro e o governador, Stopa disse que é difícil ter um “elo” entre os dois, devido ao período de campanha eleitoral. No entanto, acredita que após esse período eleições, todos acabam tendo bom senso, já que vão ter que pensar no melhor para Cuiabá.

“Difícil [tentar um elo entre os dois]. Mas já falei em outras entrevistas que todos estarão pensando no bem maior que é Cuiabá. Para Cuiabá continuar crescendo, crescendo em viadutos, em melhoras nos bairros, na saúde, etc., em nome disso, tenho certeza que essa situação aflorada tende se acalmar. É um momento tenso, mas depois das eleições acho que todo mundo terá bom senso”, comentou.


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