Cuiabá, 21 de Outubro de 2019

VARIEDADES
Segunda-feira, 12 de Agosto de 2019, 16h:48

ABSOLVIDO

Cunhado de Ana Hickmann, Gustavo Corrêa será julgado por homicídio outra vez: "Faria tudo de novo"

Quem Online

(Foto:Reprodução)

Gustavo Corrêa, cunhado de Anna Hickmann, será julgado em segunda instância, no dia 10 de setembro, acusado de homicício doloso de Rodrigo Augusto de Pádua, morto pelo empresário em maio de 2016 com três tiros na nuca, após invadir o hotel em que a apresentadora estava e balear a ex-mulher dele, Giovanna Oliveira, depois de fazer os três de reféns.

"De novo, dia 10/9, terei que provar o óbvio, agora para 3 desembargadores no TJ. Mais desgaste mental, físico, emocional e financeiro para mim e meus familiares. Digo isso desde o dia do fato: faria tudo de novo, pois quando não se tem opção não se pode fazer diferente", afirmou Gustavo em um post em seu Instagram, nesta segunda-feira (12).

Em abril do ano passado, Gustavo tinha sido absolvido da acusação de homicídio - de acordo com o inquérito, Rodrigo entrou armado no quarto de hotel da apresentadora em Belo Horizonte (MG), onde ela estava com o cunhado e Giovanna, sua assessora de imprensa. Depois de fazer os três de reféns, Rodrigo, fã de Ana que tinha sido bloqueado nas redes sociais por mandar mensagens insistentes, atirou em Giovanna. Gustavo tomou a arma do homem, brigando com ele e atirando em sua nuca. Apesar da decisão da juíza Âmalin Aziz Sant'Ana, titular do 2º Tribunal do Júri de Belo Horizonte, inocentando o empresário, o Ministério Público recorreu.

 "Defendo com veemência que, quando alguém entra armado em sua residência, em especial, com clara intenção de matar a todos os presentes, que você tenha todo o direito de reagir de qualquer forma, ainda mais quando a arma não é sua, como foi meu caso", disse Gustavo.

O empresário continuou. "Já provei para a polícia e para a juíza, que me inocentou, o porquê dos tiros na nuca, fazendo questão de reconstruir a cena dentro do próprio quarto com a presença desse promotor, que por acaso não apareceu no dia e sequer enviou alguém do ministério público para acompanhar. 3 tiros? Quem controla isso depois de 25 minutos entre tortura psicológica, luta corporal e dois tiros disparados pelo agressor com clara intenção de matar a todos. Sigo acreditando na Justiça e esperando que esse dilema se encerre no próximo dia 10", afirmou ele.


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