Cuiabá, 21 de Novembro de 2017

'NEGÓCIO NO FIO DO BIGODE'

Quarta-feira, 06 de Setembro de 2017, 14h:42 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Taques paga R$ 111,446 milhões ao Bank of America e honra contrato de gestão passada

Da Redação

(Foto: Gcom-MT)

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Foi pago R$ 111,446 milhões ao Bank of America, nesta quarta-feira (6), a título de quitação de dívida contraída com o Bank of America, pelo governo do Estado. Em contrato firmado bem distante do governo de Pedro Taques, em 2012, mas honrado pelo gestor tucano; com pagamento que segue até 2022.

 

Esta é a oitava parcela paga à instituição financeira internacional, sendo R$ 78,631 referentes ao valor principal, para amortizar o estoque da dívida, e R$ 32,814 milhões são destinados ao pagamento dos juros, de 5% ao ano, mais encargos.

 

Com as oito parcelas pagas até setembro, o Executivo já desembolsou R$ 838,485 milhões. E de acordo com a Secretaria de Fazenda (Sefaz-MT), esta parcela anual ultrapassou a casa dos R$ 111 milhões, porque o dólar estava cotado nesta quarta a R$ 3,118. 

 

Para Taques, o pagamento em dia das parcelas é fundamental para que a credibilidade do estado não seja afetada junto aos agentes financeiros. “Mesmo no cenário de crise fiscal geral dos estados e, em especial, diante do calamitoso quadro em que encontramos as contas públicas estaduais em 2015, estamos trabalhando diuturnamente para honrar os compromissos”, pontuou o governador tucano. 

 

Dando enfâse às colocações de Taques, oá o secretário de Fazenda, Gustavo de Oliveira, ainda lembrou que a não quitação da parcela implicaria na suspensão dos já reduzidos repasses por parte do Governo Federal, que é o avalista desta operação de crédito. Mato Grosso também poderia ficar impossibilitado de realizar novos empréstimos. 

 

O estoque atual da dívida com o Bank of America é de R$ 1,04 bilhão e mesmo com redução de 30,56% em dólar, em decorrência do aumento gradativo da amortização, o valor em reais subiu 5,95% ante os R$ 972,428 milhões iniciais na data da contração do empréstimo. Isso ocorre porque não foi contemplado o mecanismo contra a variação cambial, ou seja, de fixar o preço do dólar ao longo da vigência do contrato.

 

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