Cuiabá, 16 de Outubro de 2018

APÓS CONFRONTO

Quarta-feira, 03 de Outubro de 2018, 16h:43 - IMPRIMIR | comentar (01)
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WF: Mendes é o candidato da incoerência e Taques do isolamento

Luana Valentim
Da Redação

Foto: (Rodinei Crescêncio)

cANDIDATOS

 

O senador e candidato ao governo, Wellington Fagundes (PR) avaliou que o debate sediado pela TV Centro América nesta terça-feira (2), foi uma oportunidade para mostrar a verdade em que seus adversários estão apelando para acusações por estarem preocupados com o seu crescimento nas pesquisas, podendo ir para o segundo turno.

 

O candidato disse que nesse confronto, foi possível observar que o atual governador e candidato a reeleição, Pedro Taques (PSDB) demonstrou que pretende continuar a governar no isolamento sem o diálogo.

 

Fagundes ainda criticou Taques dizendo que ele não valorizou os servidores públicos que é peça fundamental na economia do Estado e que eles precisam receber o salário em dia, o que para ele é sagrado, além de serem motivados.

 

“O candidato disse que o servidor público não gera emprego, não gera riqueza. Isso parece insano. Da mesma forma que acredito que a minha experiência de ser um homem do diálogo e por ter a humildade de conversar, tenho a certeza que aquilo que aprendi no parlamento me traz a garantia de que estou preparado”, afirmou.

 

O senador também declarou que o seu adversário Mauro Mendes (DEM) demonstrou querer governar para uma minoria, se concentrando nos incentivos fiscais que somente os ‘poderosos’ podem ter.

 

Fagundes ainda rebateu Mendes ao dizer que o republicano não tem experiência para governar o Estado. Para o senador, isso foi a demonstração de arrogância e falta de humildade por parte do democrata.

 

“Ele perdeu duas eleições e critica. Olha ele deveria ter humildade de dizer: eu perdi duas e com isso eu aprendi! Mas não, a prepotência é sempre aflorada. E eu quero dizer que ganhar é a arte de ter mais humildade. Quem ganha tem que ter mais humildade do que quem perde. Foi isso que eu aprendi na minha vida política”, frisou.

 

Ele destacou que teve em seus 28 anos de vida pública, sete mandatos vitoriosos e que aprendeu com as eleições em que não teve a oportunidade de ganhar, a exemplo, quando perdeu por duas vezes a disputa pela Prefeitura de Rondonópolis.

 

O senador disse que também quer ter a sua primeira oportunidade assim como Mendes teve a de atuar no Executivo e revelou que nas eleições de 2016, o democrata esteve em sua casa as 23h pedindo o seu apoio e no dia seguinte desistiu de sua candidatura.

 

Também ressaltou que Mendes é incoerente ao criticá-lo por estar na metade de seu mandato como senador, disputando a vaga no Palácio Paiaguás, uma vez que o democrata apoiou a candidatura de Taques em 2010 para o governo quando ainda era senador.

 

“Da mesma forma que ele é incoerente em afirmar que vai demitir os cargos de confiança. Então ele deve pedir para o atual governador fazer isso, na verdade, já devia ter feito. Pois quantos cargos estão no governo indicados pelo Mauro? ”, disparou.

 

O senador pretende intensificar a sua campanha nos últimos dias que antecedem a eleição que irá definir no próximo domingo (7), o novo chefe do Executivo estadual.

 

Fagundes avaliou que os candidatos que estão declarando apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), mesmo tendo a sua coligação tendo um candidato a presidência da República são, na verdade, incoerentes e faltam com a lealdade partidária. No entanto, o republicano preferiu não citar nome do candidato que apoia, se limitando a dizer que irá com aquele que faz parte da sua coligação.

 

 

 

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