Cuiabá, 13 de Novembro de 2018

FRAUDE

Quinta-feira, 22 de Março de 2018, 17h:38 - IMPRIMIR | comentar (01)
A | A

compartilhar

TJ pede condenação de Fabris por lavagem de dinheiro, mas julgamento é suspenso

Da Redação

(Foto: Reprodução/Web)

deputado Gilmar Fabris-preso 2.jpg

 

O Pleno do Tribunal de Justiça adiou novamente a conclusão do julgamento em que decidirá o recebimento ou não da denúncia contra o deputado estadual, Gilmar Fabris, pelo crime de peculato.

 

O julgamento teve continuidade na sessão desta quinta (22), com o voto do desembargador José Zuquim, que tinha pedido vistas em sessão anterior. Em sua decisão, ele opinou por acatar a denúncia do Ministério Público e aplicar condenação ao deputado.

 

Gilmar Fabris é apontado pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro por meio de um esquema que desviou R$ 1,5 milhão dos cofres da Assembleia Legislativa (ALMT). No total, dez desembargadores votaram pela condenação do deputado, mas foi suspenso por um pedido de vistas do desembargador Luiz Carlos da Costa.

 

Fabris teria participado do esquema por meio da emissão de 123 cheques do Poder Legislativo, depositados na conta bancária de uma empresa fantasma, a Madeireira Paranorte Ltda., quando era presidente da Assembleia em 1996.

 

Os magistrados Helena Maria Bezerra Ramos, Rubens de Oliveira, Juvenal Pereira da Silva, Márcio Vidal, Maria Helena Póvoas, Maria Erotides, Dirceu dos Santos e João Ferreira Filho votaram conforme entendimento da divergência.

 

Já o desembargador Luiz Carlos da Costa pediu vistas. Aguardam a decisão do magistrado: Serly Marcondes, Cleuci Terezinha Chagas, Luiz Ferreira da Silva, Antônia Siqueira e Orlando Perri. O magistrado Sebastião Moraes alegou não que não tinha condições para votar, pois estava ausente na sessão em que se iniciou o julgamento da ação.

 

O relator do processo, desembargador Pedro Sakamoto, já votou pelo arquivamento da ação por entender que as contas da suposta madeireira, que teria recebido os cheques, não foram encontradas. No entanto, o magistrado reconhece que a Paranorte era fantasma porque não há registro de movimentação financeira no sistema da Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz).

Fb

Compartilhe esta notícia com os seus amigos

0 Comentário(s).

Preencha o formulário e seja o primeiro a comentar esta notícia

COMENTAR ESTA MATÉRIA
FECHAR

Edição Atual

Ed. Outubro 2018

ASSINAR LER A REVISTA MAIS



vídeo publicidade


Av. Historiador Rubens de Mendonça, 1731 - Cuiabá MT

arte@unicanews.com.br