Cuiabá, 20 de Outubro de 2018

PUNIÇÃO POR DESOBEDIÊNCIA

Segunda-feira, 14 de Maio de 2018, 15h:35 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Taques cobra CGE e quer punição por decreto que Detran não cumpriu

Claryssa Amorim

(Foto: divulgação/Rodinei Crescêncio)

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Nesta segunda-feira (14), na apresentação dos dados da Caravana da Transformação, no Palácio Paiaguás, o chefe do Executivo estadual, Pedro Taques (PSDB), cobrou a Controladoria Geral do Estado (CGE), por não cumprir o decreto de intervenção no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), mesmo após 40 dias.

 

O governador ainda destacou que pediu para que a Controladoria Geral tome as devidas providências e que os responsáveis pela não implementação do decreto respondam criminalmente pela “desobediência”.

 

“Eu quero saber também [por que não saiu do papel], tanto que já determinei ao Controlador Geral do Estado, Ciro Rodolpho Gonçalves, que tome as providências, inclusive criminais, sobre o porquê do Detran não tomar as providências que já havia exigido”, disse Taques.

 

A intervenção no contrato da autarquia com a EIG Mercados que foi assinada em fevereiro, após a deflagração da 1ª fase da operação “Bereré”, tem o objetivo de assegurar que os serviços desenvolvidos pela empresa continuassem, para averiguar as irregularidades no contrato e garantir posteriormente o rompimento com a investigada.

 

O decreto da intervenção que tem validade de 180 dias, determina que os serviços de gravame no órgão, sejam depositados em uma conta do Estado, já que os valores estavam sendo repassados em uma conta da empresa envolvida no esquema ‘EIG Mercados’. 

 

O decreto havia determinado que a direção do Detran, que está sob a presidência de Thiago França, deveria ter tomado a providência de mudar a forma de arrecadação do serviço. No entanto, com o não cumprimento do decreto, o Detran ainda está repassando valores, por meio de boleto emitido a favor da empresa investigada.

 

Pedro Taques declarou ainda durante coletiva de imprensa, nesta segunda, que suspeitava de erros no Detran, portanto, quer “consertar” agora. 

 

“Até as pedras do rio Cuiabá sabiam que tinha algo errado no Detran, mas não tínhamos, nem o Ministério Público, os detalhes, que vieram à tona com a delação do ex-governador Silval Barbosa e de seu irmão Antônio Barbosa”, disse.

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