Cuiabá, 19 de Dezembro de 2018

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Segunda-feira, 04 de Junho de 2018, 15h:53 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Soltura de Mauro Savi deve ser votada nesta terça por deputados

Claryssa Amorim

(Foto: TJ-MT- Reprodução)

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A soltura do deputado estadual Mauro Savi (DEM) deve ser votada durante sessão na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta terça-feira (5). Savi é suspeito de integrar grupo que desviou pelo menos R$ 30 milhões no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) e foi preso na operação "Bereré" deflagrada no dia 9 de maio. 

 

O deputado foi preso após determinação do desembargador José Zuquim Nogueira, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT). A votação será aberta e a decisão será encaminhada para Zuquim, que deve avaliar a decisão dos deputados. Segundo o Ministério Público Estadual (MPE), Savi é apontado com um dos "líderes" do esquema.

 

A Assembleia Legislativa comandada pelo presidente Eduardo Botelho (DEM), decidiu desistir do mandado de segurança que garantia aos deputados a manutenção da prisão preventiva de Savi, após o desembargador Juvenal Pereira da Silva negar o mandado de segurança, no dia 16 de maio.

 

Mesmo com a liminar negada pelo desembargador, a ação seria ainda analisada pelo Pleno do Tribunal de Justiça, porém, a Casa de Leis decidiu não prosseguir com o recurso. Sendo assim, os parlamentares devem votar nesta terça-feira se Mauro Savi deve ou não continuar preso. 

 

A votação não será presidida pelo deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), já que o mesmo também é investigado no caso. Como vice-presidente, Fabris também não poderá conduzir a votação, pois também é investigado. Sendo assim, a sessão será conduzida pelo terceiro vice-presidente, o deputado estadual Maz Russi (PSB).

 

Prisão

 

O desembargador Zuquim determinou ao secretário de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Fausto Freitas, proibindo que Mauro Savi fosse solto por decisão da Assembleia. Para o desembargador, a emissão de alvará de soltura é decidida apenas pelo Poder Judiciário.

 

A situação do parlamentar é diferente do caso do deputado estadual Gilmar Fabris (PSD), que foi preso no dia 15 de setembro de 2017. Ele que se entregou um dia após a deflagração da Operação Malebolge, não terá o alvará de soltura expedido pela Assembleia Legislativa.

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