Cuiabá, 25 de Maio de 2018

EM MATO GROSSO

Terça-feira, 15 de Maio de 2018, 11h:28 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Sem decisão de Mauro e desistência de presidenciável, DEM deve rediscutir caminho

Marisa Batalha

(Foto: Reprodução)

Jayme e Taques.jpg

 

Não só os democratas como um todo em Mato Grosso mas, em particular, o ex-senador Jayme Campos, não deve estar gostando da possibilidade da sigla abortar a candidatura de Rodrigo Maia à presidência da República, até o dia 15 de junho, daqui a exato um mês.

 

Sobretudo, porque caso ocorra, esta decisão terá reflexos no Estado, que vem se preparando com candidatura própria para dar "palanque" ao até então presidenciável.

 

Prova disto, é que Campos, também ex-secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, pouco afeito ultimamente a dar entrevistas, mas numa destas raras aparições havia revelado - no final da semana passada ao Jornal do Meio Dia na TV Vila Real -, que os democratas estariam prontos para lançar candidaturas para a majoritária [Governo e Senado], nas eleições deste ano. 

 

Aliás, a filiação do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, ao partido, já dava sinais claro disto. Com um acordo, inclusive, de se posicionar até o final deste mês, sobre seu rumo político.

 

E depois porque caciques do DEM, como o ex-governador Júlio Campos, chegou por várias vezes a revelar a jornalistas que o próprio Jayme seria um nome viável - segundo as pesquisas internas da sigla -, para disputar o comando do Palácio Paiaguás ou uma das duas vagas à Senatória.

 

De acordo também com Jyme Campos, a maioria dos democratas trabalha com esta ideia. Ou seja, com nomes para o Governo, Senado e para compor a bancada de parlamentares estadual e federal. 

 

Para dar mais legalidade ao desejo da legenda em Mato Grosso, Jayme ainda lembrou que chegou a ser convidado pelo governador Pedro Taques (PSDB) para ser seu vice na  disputa pela reeleição. “Eu disse que não tomo decisão isoladamente. Eu sou partidário. Eu tenho um bom relacionamento político em Mato Grosso”. 

 

Com a mudança de plano em nível nacional, e com a conhecida posição de Jayme de só disputar eleições em acordos bem amarrados, é possível haver um "efeito cascata" e a legenda deixar, assim, o projeto de candidatura própria para firmar uma coligação. 

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