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Domingo, 16 de Setembro de 2018, 16h:16 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Selma aparece em vídeos que circulam pelo WhatsApp falando de Gerson

Luana Valentim
Da Redação

Foto: (Whatsapp)

selma

 

Em vídeos que estão circulando pelas redes sociais, em particular o WhatsApp, a juíza aposentada Selma Arruda (PSL), candidata ao Senado, apresenta duas versões a respeito das declarações do cabo da Polícia Militar, Gerson Luiz Corrêa Júnior que em depoimento citou o envolvimento da magistrada no esquema dos grampos ilegais.

 

No dia 27 de agosto, o cabo Gerson revelou ao juiz da 11ª Vara Militar do Fórum de Cuiabá, Murilo Mesquita, que em uma suposta manobra irregular em 2015, do Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado, teriam sido grampeados Filadelfo Dias, Silval Barbosa e Antônio Barbosa, sob a alegação de uma possível ameaça de morte à juíza, na época, Selma Arruda da 7ª Vara Criminal de Cuiabá.

 

A suposta investigação teria ocorrido em 2015, 'quando o promotor Marco Aurélio me chamou na sala, narrou que ela estava sofrendo ameaças. Então fui até o gabinete da Selma dizendo que ele havia me procurado e pedido para que fosse lá, já que a magistrada teria dito ao promotor Marco Aurélio, que estava sendo ameaçada pelo ex-deputado José Riva’.

 

Pouco depois de seu depoimento à Justiça, a assessoria de Selma mandou para os mailings dos sites, a resposta da magistrada. Classificando como absurda e mentirosa afirmação do cabo Gerson sobre seu conhecimento de ‘barriga de aluguel’.

 

No primeiro vídeo, a magistrada aparece sendo interrogada onde diz que precisa fazer um ‘elogio a esse menino [Gerson]’ por ser um exemplo de pessoa competente.

 

“O coronel Lesco, o Barros e o cabo sentavam na minha frente eu fazia uma sabatina. Eles tinham um capricho muito grande com a investigação e ajudavam demais o juiz para o esclarecimento. Então eles eram, na minha opinião, pessoas muito competentes”, afirmou.

 

Porém em outro vídeo, onde Selma é entrevistada por um site da capital, onde fala que esse menino [Gerson] já havia dito que ela não tinha envolvimento nenhum no esquema em outras ocasiões.

 

“Parece que é a quinta versão que ele dá a respeito dos fatos. É igual o que estávamos falando da delação do Malouf e Permínio anterior, é palavra de bandido, pode mentir, pode fazer o que ele quiser, eu nem sinto dor por isso para falar a verdade. Com esse, não tenho a mínima credibilidade”, pontuou.

 

 

 

 

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