Cuiabá, 25 de Junho de 2018

MOBILIDADE URBANA

Quarta-feira, 01 de Novembro de 2017, 18h:00 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Preocupação de Pinheiro com obras em trincheira era causar transtornos a cuiabanos

Rayane Alves e Lara Belizário

(Foto: Reprodução)

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O prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB), afirmou nesta quarta-feira (01), que a liberação da obra de construção da trincheira no entroncamento das rodovias Helder Cândia (MT-010) e Emanuel Pinheiro (MT-251), é fruto de um acordo com o governador Pedro Taques (PSDB). A reunião entre os gestores aconteceu na última terça-feira (31).

 

De acordo com o gestor municipal, a interdição deveria ser notificada à prefeitura para que fossem realizadas algumas alterações na mobilidade urbana da Capital. O que segundo, Emanuel, não aconteceu. Mas, ao final, disse Pinheiro, tudo se resolveu da melhor forma

 

“Essa é uma obra importantíssima, mas temos que trabalhar em conjunto.Sem a notificação para a Secretaria de Mobilidade Urbana e, claro, a realização de uma reengenharia capaz de criar rapidamente rotas alternativas, claro que sabemos, de antemão, dos transtornos que as obras na trincheira causariam na vida da população daquele local. Até porque só as rotas no bairro Paiaguás 2 não iriam suportar esse número de veículos diariamente”, afirmou.

 

Pinheiro ainda esclareceu que cabe ao município garantir o conforto e o menor impacto a população durante a realização de obras em Cuiabá. E, também, lembrou que esta é uma obra de grande importância para a Capital. Por isso, segundo ele, cabe ao município buscar soluções, em conjunto com o Estado, para que as obras prossigam e não afetem grandemente a comunidade local.

 

Diante disso, o gestor explicou que se reuniu com a gestão estadual para que ambos pudessem traçar as melhores opções para a mobilidade da capital. O acordo foi coordenado pelo secretário Estadual de Mobilidade Urbana, Antenor Figueiredo, e deixou tanto o município como o Estado com responsabilidades para os próximos dias.

 

“O Estado vai remodelar, asfaltar e sinalizar as ruas Iporá e Limeira, no bairro Residencial Paiaguás 2. Ao município caberá a conclusão da obra da pavimentação do Inpe, que liga avenida do CPA até a União, Florianópolis e Emanuel pinheiro. Com isso, a população terá o menor impacto possível, enquanto suporta e espera essas obras tão importantes para nossa mobilidade urbana”, esclareceu.

 

A interdição foi chamada pelo procurador Geral Rogério Gallo de 'barrigada jurídica'. Lembrando que a obra não precisa de alvará, visto que a lei complementar municipal 102/2003 só exige a documentação para obras de edificação urbana.

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