Cuiabá, 22 de Novembro de 2017

MUTIRÃO

Segunda-feira, 13 de Novembro de 2017, 14h:22 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Prefeito faz visita no Pronto Socorro após assinar decreto para amenizar superlotação

Da Redação

(Foto: Gustavo Duarte)

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Como forma de amenizar o problema de superlotação no Hospital e Pronto Socorro de Cuiabá, a unidade de saúde realizou neste último final de semana (11 e 12), a segunda Edição do Mutirão de Cirurgias Ortopédicas 2017, em que na ocasião, cerca de 40 pessoas foram atendidas e ao todo mais de 60 procedimentos.

 

A ação faz parte das medidas emergenciais anunciadas na semana passada para diminuir a superlotação na unidade de saúde que, embora possua 271 leitos, atua com 346 pacientes hospitalizados. Dados da unidade apontam que cerca de 60% dos pacientes são do interior do estado.

 

O mutirão vinha sendo preparado há cerca de duas semanas e uma nova etapa será realizada nos próximos dias. Segundo a direção do PSMC, a maioria dos casos de pacientes que esperam por cirurgias está relacionada à ortopedia. Para a realização do mutirão, foi criada uma força-tarefa com doze ortopedistas, oito anestesistas, oito residentes em ortopedia, quatro instrumentistas, diversos profissionais da enfermagem, maqueiros e demais profissionais.

 

Na tarde de domingo, o prefeito Emanuel Pinheiro fez uma visita aos pacientes, acompanhado pela primeira-dama Márcia Pinheiro. Na ocasião, o prefeito reforçou sua preocupação com a situação da unidade de saúde e declarou tolerância zero ao descaso de décadas com a saúde da Capital que, entre outros, culminou a superlotação do Pronto Socorro. Na última sexta-feira, o chefe do Executivo anunciou medidas para reestruturar a saúde municipal, entre elas a criação do Comitê de Crise mediante o decreto municipal, nº. 6.405/2017.

 

“Tolerância zero ao caos da saúde pública de Mato Grosso que está repercutindo negativamente em Cuiabá. O fechamento de várias unidades de saúde no interior do Estado e a situação crítica dos hospitais filantrópicos ocasionaram um colapso e isso agrava muito a situação da Capital, pois os pacientes vêm para cá e acabam sobrecarregando de forma assustadora e incontrolável o Pronto Socorro".

 

Conforme a diretora-geral do Pronto Socorro, Zamara Brandão, para a realização do mutirão três das quatro salas do centro cirúrgico foram cedidas exclusivamente para a ortopedia. Nos dias habituais, devido ao grande número de urgências e emergências isso não é possível.

 

O chefe da Ortopedia, Demian Miziara Amaral, explicou que os pacientes que passaram por procedimentos no fim de semana devem permanecer em observação por dois dias, para então receberam alta. “Os selecionados foram exclusivamente os hospitalizados que aguardavam por cirurgias relativamente menos complexas como fraturas de dedo, mão, punho, clavícula, pé, fêmur, entre outras. Com o sucesso do mutirão, em no máximo dois dias já teremos uma redução significativa de pessoas hospitalizadas”, ressaltou o especialista. (Com Assessoria)

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