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Terça-feira, 25 de Setembro de 2018, 17h:16 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Pivetta diz que erro de planejamento resultou em caos na saúde do Estado

Marisa Batalha e Luana Valentim
Da Redação

(Foto: Roger Perisson)

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O candidato a vice-governador pela coligação ‘Pra Mudar Mato Grosso’, Otaviano Pivetta (PDT) em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, nesta terça-feira (25), declarou que pretende ser um entusiasta do Estado, replicando os cases de sucesso em que se transformaram sua gestão quando prefeito de Lucas do Rio Verde(360 km distante de Cuiabá) e a de Mauro Mendes (DEM), candidato ao governo e que saiu com uma pontuação altíssima de confiabilidade da população, após sua administração como prefeito da capital. 

 

E evitando o clima 'do já ganhou', o ex-prefeito analisou que de acordo com as últimas pesquisas de intenções de votos, que coloca o democrata Mauro Mendes na liderança pela Governadoria do Estado, é possível se ter uma ideia de como está o sentimento dos eleitores mato-grossenses. E ainda que o alto índice de rejeição do gestor tucano Pedro Taques sinaliza para uma possibilidade de vitória no primeiro turno de Mendes, na disputa pelo comando do Palácio Paiaguás. 

 

Mas que, entretanto, o grupo trabalha com todas as hipóteses. ‘Trabalhamos enquanto grupo, unido e de forma exaustiva para uma vitória de Mauro Mendes, seja em primeiro e, se necessário, em segundo turno.

 

E mesmo se desvencilhando de críticas mais ácidas contra Taques, Otaviano acabou pontuando que foram incontáveis os erros cometidos pelo governador Pedro Taques (PSDB) durante sua gestão. Tantos que acabou sendo difícil elencar as falhas cometidas pelo tucano. Mas que seu sentimento era muito mais de tristeza, já que foi coordenador da campanha de Taques em 2014. ‘Só restou decepção com o desempenho dele [Taques] à frente do Palácio Paiaguás’.

 

E preferindo apontar para o futuro, Pivetta, assegurou que a proposta ‘matriz’ da coligação, em caso de vitória, é oferecer a Mato Grosso um governo dinâmico. Pautado no que já foi feito nas gestões municipais aproveitando as experiências - das prefeituras de Lucas e de Cuiabá -, que se tornaram cases de sucesso no país. Como forma de assegurar um Estado leve e uma administração mais célere e dinâmica.

 

“Precisamos promover uma ampla reforma do Estado, diminuindo o custo e tornando-o mais eficiente, usando como base para esta nova retomada, a força do trabalho dos servidores públicos concursados que são patrimônio do Estado. Eu sempre digo que os servidores não são funcionários do governo A ou B, são parte do Estado”, destacou.

 

E para que isto ocorra, Pivetta acredita na necessidade de um esforço conjunto – uma força-tarefa -, para realizar toda a economia possível, claro, sem sacrificar os serviços essenciais de direito dos contribuintes. E sem apontar onde poderiam ser realizados os cortes, preferiu dizer que há muitos lugares que pode-se, no entanto, cortar custos e gastar melhor o dinheiro dos mato-grossenses.

 

“Sou a favor de um amplo debate e, sobretudo, diálogo entre os Poderes constituídos para rever toda a situação que o Estado se encontra”.

 

Um diálogo, ainda ressalta, onde a palavra austeridade possa nortear os debates.  “O governo está sempre de quatro pedindo dinheiro emprestado, enrolando a dívida. O Estado não tem essa prerrogativa. Precisa pagar as contas com os recursos constitucionais que tem e com o que consegue arrecadar, portanto, não tem engenharia nenhuma a se fazer, a não ser ajustar o Estado ao tamanho que a sociedade pode pagar”, pontuou.

 

O pedetista ainda ressaltou que no caso da saúde a resposta pode ser rápida, entendendo que o problema não é a falta de recurso, mas sim a falta de qualidade do gasto, de planejamento e organização que gera esse caos total. ‘Quando a situação é desorganizada, não existe limite e informação para tomar a decisão adequada’.

 

Ele informou que caso Mendes seja eleito, pretende fazer o diagnóstico ainda neste ano, para que a partir de janeiro possa começar a adotar as medidas enérgicas e pontuais para resolver os problemas emergentes e construir um modelo de saúde que vire conceito, que seja patrimônio da sociedade.

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