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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2018, 10h:11 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Nilson diz que não sente mágoa da deslealdade de Selma e rompimento com coligação

Claryssa Amorim
Da Redação

(Foto: Roger Perisson)

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O deputado federal e candidato ao Senado, Nilson Leitão (PSDB), declarou em entrevista na Live do Única News, na manhã desta quarta-feira (12), que não sente mágoas da deslealdade da juíza aposentada Selma Arruda e também por romper com a coligação encabeçada pelo governador tucano, Pedro Taques, dizendo que não gostaria de dividir o palanque com citados na delação sobre o desvio de R$ 56 milhões da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

  

No caso, os citados na delação de Alan Malouf e Perminio Pinto em que a candidata ao Senado aponta, é o Nilson leitão e o governador Pedro Taques. A investigação do Gaeco, por meio da operação “Rêmora”, aponta que os desvios eram feitos por meio de contratos da Seduc.

 

“Não me incomoda em relação da Selma ter rompido conosco, nem entendi também ao ela dar a satisfação de que seria pelo motivo de ser citado em delação. Até porque ela própria falou para mim ‘você não tem nada a ver com isso’ e só confirmei, é claro, eu sei que não, pois não fiz nada”, argumentou.

 

Além do embate da Selma em declarar que não queria dividir a mesma coligação com pessoas investigadas, outro motivo também foi a briga dos partidos que compõem a coligação do governador “Segue em Frente Mato Grosso”, que decidiram em não dividir ao meio, o tempo de propaganda partidária reservado aos dois candidatos ao Senado pela chapa: Nilson Leitão (PSDB) e Selma Arruda (PSL).

 

Nilson ainda destacou que não precisou de padrinho político para chegar onde está e ‘muito menos fazer algo errado para alcançar o meu objetivo’. Ele enfatizou que tem família e por isso a respeita para que sua dignidade não seja ‘quebrada’.

 

“Não sou candidato escolhendo adversários. Então, não tenho mágoa da Selma. Agora, só porque estamos em período eleitoral, vem com essa conversa fiada de delação. Não tenho nada a ver com esse assunto. Tenho história, família, filhos, cheguei onde estou sem precisar fazer nada de errado e ainda nem precisei de padrinho político”, declarou.

 

O candidato finalizou o assunto lembrando que o juiz Sergio Moro o elogiou em um evento em Brasília, dizendo que “o único político de Mato Grosso que merece respeito é o deputado federal, Nilson Leitão. Ele me elogiou pelo que faço e como faço”.

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