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Quarta-feira, 07 de Novembro de 2018, 17h:02 - IMPRIMIR | comentar (01)
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MT está desgovernado e dívida pode chegar a R$ 4 mi, diz Pivetta

Luana Valentim
Da Redação

(Foto: Divulgação)

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O vice-governador eleito, Otaviano Pivetta (PDT), em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, nesta quarta-feira (7), reiterou que falta transparência no governo Pedro Taques (PSDB), com relação a exatidão dos reais números.

 

Mas ele imagina, pelas informações repassadas pela sua equipe de transição, que as dívidas vencidas e não pagas sejam de R$ 4 milhões já vencidas há 240 dias.

 

O pedetista destacou que para reduzir os gastos, 50% das secretarias serão fundidas ou eliminadas, assim como nos cargos de confiança, podendo economizar a partir do Palácio Alencastro, além de diminuir as viagens de avião para Brasília.

 

“É pouca coisa, mas são sinais que nós queremos dar que as coisas mudaram. Um governador não precisa utilizar tanta liturgia, podemos fazer da mesma forma que fazemos hoje como empresários e como prefeitos, Mauro de Cuiabá e eu de Lucas”, afirmou.

 

Pivetta pontuou que há muitas oportunidades de economia em todas as áreas, o que há é uma má-qualidade de gasto. A compra de medicamentos, por exemplo, ele e o governador eleito Mauro Mendes (DEM) pretendem fazer por meio de consórcio que irá licitar todas as necessidades de Mato Grosso e os municípios irão fazer adesão junto a essa compra para economizar cerca de 40%.

 

Para ele, o importante é gerar economia pública não só para o Estado, pretendendo liderar um movimento de governança e boa gestão, onde os municípios sejam contemplados.

 

Pivetta destacou que a máquina pública está desgovernada, com muitos cargos sem funções, ou seja, com pessoas recebendo mensalmente sem entregar nada. Mas deixou claro estaria se referindo a cargos de confiança e não a servidores públicos.

 

Quanto aos servidores públicos estaduais, o pedetista disse que é necessário fazer um pacto por Mato Grosso. E que essa força de trabalho estará dentro de uma nova ordem que é desempenhar uma função de Estado servidor, ou seja, mais eficiente e com um custo menor, além de entregar os serviços públicos na qualidade que os cidadãos precisam.

 

Questionado sobre o cargo que poderá ocupar no governo, Pivetta revelou que irá definir, junto com Mendes, núcleos de secretarias.

 

“Eu sou vice desde a coordenação. Na ausência de Mauro o pessoal se reporta a mim também quando for necessário se comunicar com a sociedade. O que nós combinamos é isso, nós vamos escolher alguns setores estratégicos em que eu me encaixe com o que eu aprendi na minha vida, para eu fazer o melhor para o Estado e ele, é claro, como governador que vai definir isso”, explicou.

 

Pivetta disse que tem dois ramais ferroviários para olhar a curto e médio prazo que é a Fincor – atual Patris Corretora – de Campinorte (GO) até a BR-158 em Mato Grosso e a Ferrogrão de Sinop à Miritituba (PA). Além da expansão da Ferronorte que deve subir até Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá) até Paranatinga (a 411 km de Cuiabá), a duplicação da BR-163, a construção das rodovias necessárias para dar escoamento às safras e, portanto, reter mais riquezas para o Estado.

 

O pedetista frisou que também tem a capacidade de crescer economicamente a uma taxa de 10% ao ano se for feito o dever de casa. Pretendendo então se dedicar a isso, mas também a educação, a saúde que são áreas carentes que precisam da experiência tanto dele quanto a de Mendes. “E se Mauro me conceder essa oportunidade eu pretendo me dedicar a essas áreas também”.

 

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