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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2018, 16h:40 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Leitão diz que é preciso reduzir a máquina para MT voltar a crescer

Marisa Batalha/Luana Valentim
Da Redação

(Foto: Roger Perisson)

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O deputado federal tucano, Nilson Leitão, candidato ao Senado, em Live ao Site Única News, nesta quarta-feira (12), declarou que é preciso reduzir a máquina pública para tirar Mato Grosso da situação caótica em que está, como a grave crise orçamentária.

 

Mesmo que diga que a gestão do também tucano, Pedro Taques, tenha seus acertos e seus erros, Leitão analisa que, porém, neste caso, a culpa não está em uma só administração e nem tampouco somente da anterior [Silval Barbosa], mas de várias, como um conjunto de fatores que acumulados transformaram a máquina pública, em um organismo estatal pesado.

 

Lembrando que a Lei de Responsabilidade Fiscal passou a vigorar no Brasil quando ele foi prefeito de Sinop (a 503 km de Cuiabá). E que ele teria seguido tão  à risca a LRF que se tornou, inclusive o gestor municipal mais premiado do país por justamente ter reduzido o tamanho da máquina. Usando o funcionário público de carreira para assumir cargo de confiança. Ainda pontuando que apenas 3% destes cargos eram para funcionários comissionados.

 

E ao sair em defesa de Taques, Nilson lembrou de ‘um vídeo que viralizou em Mato Grosso, que a Copa do Mundo de 2014 teria deixado de ser um evento para se tornar em um grande balcão de negócio e, sobretudo, de corrupção. E a corrupção, em Mato Grosso, teve sérias consequências. Para piorar, o estrago feito na gestão Silval ficou como uma herança maldita a ser paga pelo governo Pedro Taques”, afirmou.

 

‘Ou seja, Taques teve que assumir dívidas da Copa, as consequências do impeachment da ex-presidenta petista, Dilma Rousseff, que ocorreu no 2º ano de seu governo e, de quebra, uma crise econômica que assolou o país, deixando 20 milhões de desempregados e com grandes reflexos no Estado.

 

“Gasto é igual unha, você tem que cortar toda a semana. Assim, ainda que o Estado tenha crescido no governo de Taques, ficou aquém do necessário, devido ao excesso de dívidas de administrações anteriores, deixando a máquina estava pesada. Assim a sua reeleição lhe daria a chance de finalizar bem sua administração”.

 

Por isso, ainda lembra Leitão, que ele colocou um projeto que já tramita há pelo menos três meses e que impõe a redução da máquina pública aos poderes. Começando pelo Congresso, diz ele, ao revelar que dentro da proposta está a redução de 81 para 54 senadores, de 513 para 395 deputados federais e de 1.859 para 804 deputados estaduais. Além da redução da verba dos gabinetes onde a quantidade hoje é o dobro do que se gasta.

 

Ainda explicando que o projeto só teria tramitado agora, quando observou – por meio de sua experiência parlamentar - que havia um ambiente político propício, já que precisava de pelo menos 200 assinaturas.

 

‘Com as mudanças exigidas pelo eleitor brasileiro, cansado dos gastos públicos que ele banca, da sensação de que todos os políticos podem ser colocados dentro de um mesmo saco de corrupção, claro, os parlamentares no Congresso se sentiram pressionados e aí permitiram que cortassem na própria carne. Já havíamos tentado outras vezes e não deu certo. Foi necessário esperar a hora certa’.

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