Cuiabá, 21 de Outubro de 2018

EM PRÉ-CANDIDATURA

Terça-feira, 24 de Julho de 2018, 19h:01 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Jayme critica ironias de Taques e lembra que eleitor quer debate sério

Marisa Batalha

(Foto: Assessoria do DEM)

Mauro Mendes e Jayme 1.jpg

 

Nesta terça-feira (24), os pré-candidatos democratas - o ex-senador Jayme Campos e ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes -, que respectivamente disputam o Senado e a Governadoria, colocaram fim às especulações e selaram suas intenções na corrida eleitoral deste ano. 

 

A oficialização das pré-candidaturas foi realizada na manhã desta terça, no Hotel Holiday Inn, em Cuiabá. E mostrou que- os democratas não 'estão prá brincadeira nestas eleições - particularmente -, o ex-senador Jayme Campos. 

 

Se Mendes optou em realizar uma crítica pautado em números como o  alto grau de inadimplência que o governo de Taques deverá deixar como herança para o próximo gestor de Mato Grosso. Uma dívida, de acordo com o pré-candidato, cinco vezes maior do que foi deixada por Silval Barbosa. Que hoje estaria em torno de R$ 3,6 bilhões de restos a pagar. Lembrando que há 4 anos ela estava em R$ 800 milhões.

 

Já Jayme, à moda de Várzea Grande e ao estilo dos Campos, optou em ironizar a postura do governador tucano que sempre ao se referir aos seus adversários, acaba criando um adjetivo ou alinhando uma frase usada pela cuiabania, para se referir ao seu opositor.

 

Comumente usando termos como “bobó cheira-cheira”, “cozidão”, “vaquinha de presépio”. Ou apelidos depreciativos como 'Fabio quebradinho', por exemplo, ao retrucar o deputado federal e presidente do DEM, Fábio Garcia, referindo-se a empresa de seu pai, a Engeglobal que está sob recuperação judicial.

  

De acordo com Jayme, os termos usados por Taques não condizem com sua posição de governador do Estado, nem tampouco, de um ex-senador e ex-procurador da república. Sobretudo, quando as críticas feitas com relação a ele são quanto à fragilidade de sua gestão, o que demandaria respostas minimamentte mais inteligentes, já que o cargo que ocupa, por si só, exige uma postura diferenciada. 

 

'Fica chamando todo mundo de bobo-bobo cheira-cheira de cozidão, enfim, são adjetivos que não são adequados para a figura de um governador do Estado, não são pertinentes nem adequadas para um cidadão que é governador do nosso Estado'.

 

E mandando aviso, ainda revelou que certamente aqueles que vierem com políticas de esculhambação, de acusações, serão julgados nas eleições de 07 de outubro. Lembrando que a velha política de ataques não cabe mais nos novos tempos.

 

'Nós temos que ter a consciência que política não se faz com acusações, mas com proposta, debate franco e amplo com a sociedade, essas acusações não são compatíveis com um país sério como o nosso. Ninguém quer ver esculhambação, na medida que se tem percebido com muita clara evidencia é de políticos que tenham compromissos com a população, não de lambanceiros, mentirosos, de corruptos, de levianos, daquele que prometem e não cumprem, para mim, esses não passam de uma camuflagem e sobretudo de pessoas que não têm propostas e não querem ter diálogo aberto com as pessoas de bem deste Estado” declarou.

 

Ainda de acordo com Jayme, tanto ele, como Mauro Mendes estão preparados para a missão e que o povo de Mato Grosso saberá fazer essa avaliação nas eleições deste ano.

 

Jayme deve ter como adversários nesta eleição nomes como o da juíza aposentada Selma Arruda (PSL), do ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), além dos deputados federais Nilson Leitão (PSDB) e Adilton Sachetti (PRB) e o senador José Medeiros (Podemos)

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