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Terça-feira, 08 de Maio de 2018, 09h:42 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Em live, Selma Arrruda critica condução das investigações da Grampolândia Pantaneira

Da Redação

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Em entrevista a Live do Site Única News na manhã desta terça-feira (9), a magistrada aposentada Selma Arruda, pré-candidata ao Senado da República, pelo partido do polêmico presidenciável, o deputado federal, Jair Bolsonaro, do PSL, afirmou que houve um desrespeito com o Ministério Público Estadual (MPE) nas investigações da “grampolândia Pantaneira”.

 

Segundo a magistrada, o Tribunal de Justiça não garantiu a democracia, pois em sua avaliação o MPE deveria conduzir as investigações, o que é de sua competência.

 

 

“Tenho conhecimento do Ministério Público Federal para anular as investigações e devolver o que é de competência do MPE, que é investigar os fatos.”.  

 

A magistrada que durante anos ficou responsável pela Sétima Vara Criminal de Cuiabá, sempre foi conhecida como linha dura. Ela foi responsável pela prisão do ex-governador, Silval Barbosa, preso 17 de setembro de 2015, na operação Sodoma. E depois pela prisão do ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva, em fevereiro de 2015, na operação Imperador, considerado como um dos políticos mais poderosos de Mato Grosso.

 

Em entrevista à jornalistas, no dia 5 de abril deste ano, a juíza aposentada divulgou que assinou sua filiação ao PSL e não escondeu uma das principais defesas de sua campanha, a “liberação das armas para pessoas de bem, assim como Bolsonaro”. Selma Arruda acredita que a população deve ser armada para assegurar sua defesa.

 

Ela disparou ainda que está preparada para os ataques e sabe que um possível "comitê da maldade" esteja planejando coisas para lhe denunciar.

 

Em abril, a aposentada protocolou um pedido no Tribunal de Justiça de Mato Grosso para a manutenção de seus seguranças, pois mesmo com a saída da 7ª Vara Contra o Crime Organizado da Capital, ela garantiu que continuava recebendo ameaças de morte.

 

Após assinatura de sua aposentadoria pelo presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Rui Ramos, desde o final de março, ela está pronta legalmente para trocar os tribunais pela política. A juíza tinha uma longa carreira de quase 32 anos de serviços prestados à Justiça.

 

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