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ACORDO CONTRADITÓRIO

Quinta-feira, 26 de Julho de 2018, 18h:39 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Em Live, no Facebook, Selma pede voto em separado do PSDB

Luana Valentim e Marisa Batalha

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(Foto: Ilustração/Facebook)

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Lançando mão das redes sociais, à exemplo de outros pré-candidatos, a juiza aposentada Selma Arruda realizou nesta última quarta-feira (25), sua primeira Live por meio de sua página no Facebook, para responder sobre a coligação fechada oficialmente nesta última terça-feira (24), com o PSDB.

 

E, assim, respondeu aos seus inúmeros seguidores - 5.496 Instagram e 11.740 no Facebook - sobre as razões pelas quais ela se aliou ao governador tucano, Pedro Taques. 'É minha obrigação esclarecer porque estou numa aliança de partidos com ideologias diferentes do PSL que hoje é meu partido. Não entro na política para fazer carreira', justificou a magistrada .

 

E mesmo após defender a imparcialidade do governador Pedro Taques, nas investigações sobre a instalação de uma rede clandestina de escutas ilegais, que ficou conhecida como Grampolândia Pantaneira e que levaram à cadeia, o primo do governador e ex-secretário Chefe da Casa Civil, Paulo Taques, além de PMs do alto escalão, Selma deixou bem claro aos seus eleitores para que votassem em candidatos e não em chapa fechada. E que o eleitor teria a opção de votar em separado, inclusive em separado do PSDB. 

 

'Podem votar na Selma ou em outro candidato que o eleitor se identificar. Não vão perder o voto porque estou na coligação com o PSDB. O voto da Selma é só para Selma, é separado. Não se decepcionem, porque são questões técnicas, legais que acabaram nos obrigando a adotar essa postura', assegurou a magistrada.

 

Na Live, a pré-candidata ainda relembrou que o seu projeto inicial era realizar uma coligação do PSL com a Frentinha composta pelos Podemos, Pros, PSC, PRP, DC, PMN e PHS. Quando a legenda apoiava a ideia de ter o ex-prefeito de Sorriso, Dilceu Rossato, na disputa pelo governo do Estado. 'Dilceu desistiu a Frentinha se dissolveu ficando dividida no apoio aos atuais três pré-candidatos ao governo, Mauro Mendes (DEM), Pedro Taques (PSDB) e Welington Fagundes (PR)'.

 

E ainda ao justificar sua entrada no arco ,de alianças de Taques, Selma frisou que o PSL não poderia prosseguir isolado, senão seus candidatos teriam pouquíssimo tempo de Rádio e TV. 'Por mais que abríssemos mão dessa coligação que ainda é viável dentro da postura do PSL, não conseguiríamos o tempo que precisamos para falar com o eleitor', ainda argumentou.

Fb

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