Cuiabá, 15 de Dezembro de 2018

ANO ELEITORAL

Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2018, 10h:28 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Em cenários diferentes, Mauro é citado pelo PP e em dobradinha com Pivetta na disputa pelo governo

Wellyngton Souza e Marisa Batalha

(Foto: Arquivo Gcom-MT)

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O ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), teria sido convidado pelo próprio ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), para disputar as eleições neste ano como o próximo chefe do Estado. Nesta terça (9), o deputado federal e presidente estadual do PP, Ezequiel Fonseca, 'deixou transparecer que a informação seria verdadeira.

 

'“O ministro convidou Mauro Mendes e ele defende essa candidatura de forma veemente. Temos mantido conversas com Mauro e o convidamos para o PP. Se ele vier, poderá, sim, ser o nosso candidato a governador. Quem mais articula esta filiação é o ministro, que é um amigo pessoal de Mendes. Agora, é Mauro quem vai tomar a decisão e ainda no momento em que ele entender que é o tempo certo', declarou Ezequiel. 

 

Desde o ano passado, Ezequiel, em conversa com a imprensa, não poupou o atual gestor, chegando a tecer duras críticas a Taques.Muitas vezes, mais tarde, minimizadas pelo ministro Blairo Maggi, que tem se mantido fiel ao arco das alianças que servem de base a Taques.

 

Prova disto, que em recente entrevista, o deputado e presidente do partido em Mato Grosso, deixou claro que a legenda está dividida quanto a seguir com a reeleição de Taques, mas que ele [Ezequiele] deverá trabalhar para que o Partido Progressista não esteja na reeleição do atual governador. 'Mas preciso respeitar os correligionários, porque somos um partido democrático e, se eu for vencido, preciso respeitar'.

 

Entretanto, Mauro Mendes - que ainda está dividido entre o DEM e o PP -, não deu um parecer final. A depender das últimas declarações de Mendes, dadas à imprensa, ele estaria, por enquanto, se dedicando à sua vida empresarial. Que sofreu, segundo amigos mais íntimos, uma queda por conta da política. 

 

Aliás, em várias ocasiões, Mendes assegurou que o fato de não se posicionar politicamente quanto às disputas eleitorais, estaria longe de uma estratégia de marketing, mas que no tempo certo esta decisão viria após uma 'leitura fina' familiar. 'Minha família é que vai decidir sobre se devo ou não voltar a disputar um cargo político'. 

 

Atualmente, já existem algumas pré-candidaturas postas na disputa pelo governo do Estado, como a de Antônio Joaquim, conselheiro afastado do Tribunal de Contas, pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal. E do senador republicano, Wellington Fagundes.

 

Entretanto, o nome de Mauro Mendes vem se consolidando como o de maior musculatura eleitoral. Inclusive, podendo repetir a dobradinha ocorrida nas eleições de 2010, quando Mendes e o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta fizeram oposição nas urnas ao ex-governador Silval Barbosa e seu vice, Chico Daltro (PSD) e, ao final, saíram derrotados das urnas.

 

Na época, os dois empresários foram apontados como os candidatos a governador e vice-governador mais ricos do país, segundo o Site Congresso em Foco. A dupla disputou vaga majoritária, com Mauro como cabeça de chapa.

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