Cuiabá, 14 de Dezembro de 2018

GERSON CORRÊA

Terça-feira, 02 de Outubro de 2018, 15h:51 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Dono do Malcon Pub tem 5 dias para provar que cabo violou cautelares

Da Redação

(Foto: TJ-MT)

cabo Gerson-TJ-MT.jpg

 

Após uma denúncia feita pelo Ministério Público Estadual apontando que o cabo da Polícia Militar, Gerson Luiz Ferreira Corrêa Junior tenha violado as medidas cautelares impostas por supostamente ter frequentado a casa de shows Malcon Pub, na Avenida Miguel Sutil, bairro Santa Rosa em Cuiabá, no dia 30 de agosto, o juiz da 11ª Vara Criminal de Cuiabá, Murilo Mesquita – responsável pelo caso – solicitou o controle de quem estava na casa noturna.

 

Dependendo do resultado, caso comprove que Gerson realmente descumpriu as medidas cautelares, ele poderá retornar para a prisão.

 

No último sábado (29), o magistrado intimou o dono da casa de shows e determinou um prazo de cinco dias para que ele forneça à Justiça, por meio de um CD ou pen-drive, os dados biométricos da pessoa que teria se identificado como Gerson na entrada do estabelecimento no último dia 30 de agosto, por volta das 2h da madrugada.

 

Além disso, o juiz ainda pretende identificar se o ‘referido cliente’ estava na companhia de outras pessoas e se consumiu bebida alcoólica.

 

“Além das informações acima solicitadas pelo Ministério Público, o estabelecimento comercial também deverá informar se a pessoa identificada como Gerson Luiz Ferreira Correa Júnior foi cadastrada (primeiro registro) no controle de acesso da empresa no próprio dia 30 de agosto de 2018 e se foi efetuado o seu registro fotográfico no cadastro, o que é comum em estabelecimentos congêneres. Em caso positivo, deverá também fornecer a imagem fotográfica eventualmente capturada desta pessoa no dia do cadastro e no dia 30”, frisou o juiz.

 

O militar é réu no processo que investiga os grampos ilegais em Mato Grosso que interceptou políticos, jornalistas e advogados entre 2014 e 2017. Devido a seus polêmicos depoimentos onde revelou informações importantes sobre o esquema que ficou nacionalmente conhecido como grampolândia pantaneira, Gerson se tornou peça chave pelo MPE.

 

Ele foi solto no dia 14 de março deste ano, após passar nove meses presos e teve prisão revertida por medidas cautelares com uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar entre 20h e 6h durante a semana, de forma integral aos finais de semana e feriados e não poderia frequentar bares e casas de shows, além de, claro, não poder ingerir bebidas alcoólicas.

 

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