Cuiabá, 22 de Novembro de 2017

SEPARADOS HÁ 7 ANOS

Segunda-feira, 13 de Novembro de 2017, 11h:51 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Deputado lembra que joias e ecstasy apreendidos na Malebolge, pertencem a ex-mulher

Rayane Alves

(Foto: AL-MT)

deputado Domingos Fraga.jpg

 

'Joias e ecstasy foram encontrados na residência da minha ex-mulher não na minha', afirmou o deputado José Domingos Fraga (PSD), ao responder nesta segunda-feira (13), sobre a apreensão dos objetos na operação Malebolge, desencadeada no dia 14 de setembro, pela Polícia Federal, a pedido do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal.

 

No cofre da ex-esposa do deputado, - em um imóvel no Jardim das Américas, em Cuiabá -, ainda foram encontrados cheques, documentos e também um saquinho com pó branco. Conforme a assessoria do parlamentar, no imóvel mora a ex-mulher de Domingos Fraga, Itamara Cenci. O casal viveu junto por muitos anos, porém estão separados há sete anos. 

 

(Foto: Montagem/Ilustração)

deputado Domingos Fraga e ex-esposa ITAMARA CENCI FRAGA.jpg

 

“Desde então, José Domingos Fraga, não teve mais contato íntimo com a ex-mulher e também não responde mais pelos atos da ex-companheira”, afirmou a assessoria.

 

Os produtos encontrados foram listados no auto de apreensão, elaborado pela PF e conforme o documento, todos os pertences estavam em um cofre que foi aberto no dia 26 de setembro. Ao todo foram apreendidos cinco pares de brincos, seis anéis, dois colares, dois pingentes, um escapulário, oito comprimidos apresentados como sendo ecstasy, folhas, talonários de cheques pertences ao deputado, entre outros.

 

Malebolge

 

A Malebolge foi desencadeada em dois Estados e em Brasília, contra alvos citados na delação premiada do ex-governador Silval Barbosa (recentemente desfiliado do PMDB).  Em Mato Grosso, a operação teve como alvo os senadores Blairo Maggi(PP) e Cidinho Santos(PR), além de vários parlamentares, dentre eles Emanuel Pinheiro (PMDB), atualmente prefeito de Cuiabá.

 

Ainda causou o afastamento de cinco conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), por suposta propina de R$ 53 milhões, repassada por Silval quando ainda era gestor estadual. E ainda deixou por 40 dias preso, o deputado social democrata, Gilmar Fabris, por obstrução a Justiça.

 

Fabris saiu do Centro de Custódia de Cuiabá no dia 25 de outubro, após decisão da Assembleia Legislativa - que de forma unânime, acompanhou parecer da Comissão de Ética do Legislativo -, formulado pelo corregedor, deputado Saturnino Masson (PSDB). Além da revogação da prisão, também foi devolvido a Gilmar o cargo de deputado.

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