Cuiabá, 22 de Agosto de 2018

OPERAÇÃO BÔNUS

Sexta-feira, 11 de Maio de 2018, 17h:50 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Como investigado Botelho diz que não pode pleitear revogação da prisão de Savi

Marisa Batalha

(Foto: Reprodução)

deputado eduardo botelho.jpg

 

Nesta sexta-feira (11), por meio de nota, o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado democrata, Eduardo Botelho, revelou que na condição de investigado nos autos da operação Bônus, deflagrada na última quarta-feira(09), por determinação do desembargador José Zuquim e deflagrada pelo Gaeco, que culminou com a prisão do deputado estadual, Mauro Savi (DEM), estaria impedido de conduzir eventual processo legislativo que trate da revogação da prisão de Savi.

 

Ainda revelando que seu impedimento está bem claro no artigo 1º,§ único, inciso VI, alínea 'a' c/c inciso XII, todos da resolução nº 679/2007 (Código de Ética da AL-MT).

 

Revelando ainda na nota, que sabe que será oportunizado ao deputado Mauro Savi, o exercício do contraditório e da ampla defesa, quando então certamente deverá ser esclarecido os fatos imputados contra o parlamentar. Ainda fez questão de registrar sua crença na imparcialidade no Poder Judiciário.

 

Entenda o caso

 

O deputado Eduardo Boteljo teve nesta última quarta, pedido de afastamento da presidência do Parlamento estaual, O presidente do Parlamento estadual, feito pelo Ministério Público. Sendo, contudo indeferido pelo desembargador José Zuquim Nogueira, responsável por autorizar a 2ª fase da Bereré, denomimada 'Bônus', que investiga esquemas de corrupção dentro do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT).

 

O indeferimento foi argumentado pelo magistrado sob o olhar de que o MP não colocou justificativas suficientes para configurar a necessidade de afastamento de Botelho. E ainda que não existiriam provas suficientes de ligação direta do presidente do Parlamento com os fatos investigados.  

 

O pedido do Ministério Público estaria embasado em documentos e depoimentos prestados na 1º fase das investigações, quando - na 1ª fase da Bereré -, foram cumpridos mandados na Assembleia Legislativa contra Eduardo Botelho (DEM) e o parlamentar socialista Mauro Savi, em fevereiro deste ano. 

 

Na época, Botelho chegou a revelar em coletiva de imprensa que não teria ligações com o esquema e que tudo que possui era declarado. Admitindo, conquanto, que fazia parte da do quadro societário da empresa Santos Treinamento, empresa supostamente de fachada, utilizada pela organização para lavar o dinheiro.  

 

(Foto: Ilustração/ Documento)

Botelho-documento.jpg

 

 

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