Cuiabá, 23 de Janeiro de 2020

POLÍTICA
Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2019, 11h:19

ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Com muito trabalho, Mendes diz que não ‘perde tempo’ resolvendo nomes para Cuiabá em 2020

Claryssa Amorim
Única News

(Foto: Alair Ribeiro)

O governador Mauro Mendes (DEM) afirmou, na manhã desta sexta-feira (13), que não está “perdendo o seu tempo” para discutir os nomes dos possíveis candidatos à Prefeitura de Cuiabá no próximo ano, pois “tem muito trabalho para fazer”. Ele confirmou que o partido pensa em três nomes, mas que isso deve ser decidido em outro período.

Os nomes são de Fabio Garcia (DEM), presidente estadual da sigla, e outros dois que ainda não estão filiados ao Democratas, mas que são possíveis candidatos: os atuais secretários da Casa Civil, Mauro Carvalho, e de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Mendes destacou que a prioridade do partido é lançar nomes para a Capital e outros municípios que tenham capacidade e, principalmente, “honestidade para que não dar merda depois (sic)”.

Ele comentou que chega a ficar com “raiva e bufando” quando ouve que políticos ainda estão “fazendo desonestidade em Mato Grosso”.

“Fico com raiva, bufando, quando escuto histórias que políticos estão sendo desonestos por esse Mato Grosso. É comum sentar em rodas de amigos, botecos, nos corredores e ouvir que políticos ainda cobram propina. Se for do meu governo, pode vir denunciar pra mim, que na hora eu tomo providências. E esse é o papel do partido, de lançar bons nomes para o cidadão, porque se ele não tiver, vai escolher o menos pior e aí pode dar um monte de merda”, disse o governador em entrevista à Rádio Capital FM.

Mendes diz que apenas em janeiro ou fevereiro devem começar as discussões sobre os nomes para candidatura à Prefeitura de Cuiabá. Para ele, o ano de 2019 ainda não acabou e não tem tempo para perder com reunião política eleitoral.

No entanto, ele antecipou que vários municípios, além de Cuiabá, terão candidatos à prefeitura. O partido também vai discutir não só a capacidade do candidato, mas a condição pessoal, que tenha apoio familiar, pois são jornadas intensas.

“Não posso ficar pensando em eleição o tempo todo, tenho muito trabalho, então não podia perder meu tempo com reunião política eleitoral. No primeiro trimestre, até março, pode ter certeza que o candidato vai ser definido. [...] Vamos sentar e dialogar para ver quem tem mais condições pessoais, apoio da família, pois a jornada diária é longa. Esposas e filhos acabam não gostando, porque ficamos sem tempo disponível”, comentou.


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