Cuiabá, 13 de Dezembro de 2019

POLÍTICA
Sexta-feira, 19 de Julho de 2019, 16h:46

PARCERIA POLÍTICA

Antônio Possas defende conclusão do VLT em Cuiabá, em parceria com a Prefeitura

Euziany Teodoro
Única News

Marcus Mesquita

O secretário de Fazenda de Cuiabá, Antônio Possas de Carvalho, defende que haja uma parceria política entre o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e o governador do Estado, Mauro Mendes (DEM). Segundo ele, a prefeitura tem que fazer parte do processo de decisão sobre as obras do Veículo leve sobre Trilhos (VLT), paralisada há mais de cinco anos em Cuiabá e Várzea Grande.

“Seria uma parceria política do governador com o prefeito para resolver esse problema de vez. Afinal, o munícipe vive em Cuiabá, ele não vive no estado. É um problema que tem que passar pelo âmbito da Prefeitura, pois atinge a população e atinge o sistema de mobilidade da cidade, que é gerido pela Prefeitura”, disse o secretário.

Possas acredita que o governador Mauro Mendes esteja sensível à questão e deve manter dialogo com o prefeito por uma solução ao VLT. “Acredito que já deve ter havido essa conversa com Mauro Mendes e ele, como já foi prefeito e sabe dos problemas, tem a sensibilidade para isso e está atento ao problema do VLT”.

Para o secretário, não há outra saída senão terminar as obras. Desistir do VLT, segundo ele, seria um retrocesso. “Eu, na minha opinião, acho que o assunto é irreversível. Tem que ser concluído porque é um benefício para a população e o que vai gastar para concluir o VLT, pode ser repactuado para reduzir o custo. Só vai trazer benefícios para a população. Não tem porque retroceder e perder o que já foi gasto”, disse.

O VLT

Projetado para operar na Copa do Mundo de 2014, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Cuiabá, hoje cinco anos após o evento esportivo, ainda segue indefinido. Apesar de grande parte da população não ter mais expectativas quanto ao modal, especialistas confirmam que o VLT em Cuiabá é um caminho sem volta, a começar pelos valores gastos.

A expectativa de retomada das obras teve uma sinalização de esperança quando o governador Mauro Mendes (DEM) anunciava o início deste mês como prazo para uma decisão. No entanto, o gestor recuou da promessa e foi buscar ajuda do Governo Federal. O provável é que a resposta não saia mais este ano.


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