Cuiabá, 22 de Novembro de 2017

RELAÇÃO ESTREITA

Segunda-feira, 13 de Novembro de 2017, 13h:29 - IMPRIMIR | comentar (01)
A | A

compartilhar

AMM não tem legalidade para afastar Taques, afirma Max Russi

Rayane Alves

(Foto: Reprodução)

secretário Max Russi.jpg

 

“A Associação Mato-grossense dos Municípios não tem poder para afastar o governador Pedro Taques, apenas a Assembleia Legislativa'. A afirmação foi feita pelo secretário-chefe da Casa Civil, Max Russi, ao comentar durante uma entrevista na Rádio Capital FM sobre a análise dos prefeitos em pedir ou não a cassação do governador Pedro Taques (PSDB), devido aos atrasos constitucionais do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Fundo de Transporte e Habitação (Fethab), Transporte Escolar e principalmente pelos recursos na área de  Saúde.

 

Russi ainda lembrou que o governo está tentando ser parceiro dos municípios, mas com a crise econômica e a falta de dinheiro no caixa, está  difícil superar este momento difícil.

 

Na última reunião realizada sexta-feira (10), entre prefeitos, senadores, deputados e o próprio Max Russi, os prefeitos decidirão que vão esperar até  o próximo dia 30, para que o governo faça os repasses legais.

 

O presidente da AMM, Neurilan Fraga, afirmou também durante em entrevista à Rádio Capital FM, que os prefeitos preferiram esérar até o final do mês porque o secretário-chefe da Casa Civil, Max Russi, listou um cronograma para que os débitos sejam quitados com os municípios.

 

“Nós estamos buscando entendimento de todas as formas com o Estado, por meio do diálogo. Agora, se as negociações forem exaustivas, nós vamos marcar outra reunião para pedir o afastamento. No entanto, na sexta-feira, mesmo já foi quitado um dos débitos do transporte escolar. Já os demais, ficaram para serem solucionados depois que o Estado receber as emendas dos deputados”, garantiu.

 

(Foto: Internet)

Neurilan Fraga

 

O secretário-chefe da Casa Civil ainda voltou a sair em defesa de Taques, afirmando que a atual administração nunca teve intenção de atrasar nenhum repasse, mas com a crise financeira a situação se tornou um pouco mais complicada.

 

“Nunca quisemos atrasar nada. Este ano perdemos até recurso de Brasília. Mas, estamos batalhando para colocar as contas em dia. Só que essa situação de afastamento sabemos que a AMM não tem poder para isso e será apenas um desgaste para o governo”, finalizou. 

Fb

Compartilhe esta notícia com os seus amigos

0 Comentário(s).

Preencha o formulário e seja o primeiro a comentar esta notícia

COMENTAR ESTA MATÉRIA
FECHAR

Edição Atual

Ed. Outubro 2017 Revista Única

ASSINAR LER A REVISTA MAIS



vídeo publicidade



Av. Historiador Rubens de Mendonça, 1731 - Cuiabá MT

arte@unicanews.com.br