Cuiabá, 25 de Fevereiro de 2018

LAVAGEM DE DINHEIRO

Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2018, 18h:54 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Acaba em pancadaria, sessão para afastamento de presidente da Fecomércio

Da Redação

(Foto: Reprodução/Web)

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Acabou em pancadaria, nesta quarta-feira (14), assembleia para julgamento do afastamento do presidente da Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio), Hermes Cunha e do tesoureiro Paulo Sérgio Ribeiro. Houve agressão física entre os conselheiros, após funcionários da casa tentarem obstruir, por todas as formas, a realização da reunião.

 

Desde o ano passado, os conselheiros buscam a Justiça para afastamento dos dois membros, sob a acusação, de acordo com o advogado Marilton Casal, de não prestação e contas e de lavagem de dinheiro. 

 

Lembrando que mesmo que em 2017, o presidente tenha assegurado - em medida liminar junto ao Tribunal Regional do Trabalho em Mato Grosso -, sua continuidade no cargo, após decisão provisória ser suspensa, os conselheiros iriam decidir, claro, sobre a retirada do presidente do cargo por 180 dias, para a investigação das irregularidades. 

 

Ainda de acordo com Casal, estariam ocorrendo dentro da instituição situações que exigiam estas investigações como casos de omissão de documentos até ocultação de cheques usados para lavagem de dinheiro.

 

Ao explanar o ocorrido para a imprensa, o advogado revelou também que quando participantes da sessão chegaram na Federação, foram recebidos de forma agressiva por funcionários que tentavam impedir a realização do julgamento. 

 

(Foto: Reprodução/Web)

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“Eu fui lesionado. Me empurraram e machucaram”, relata o advogado mostrando a mão ferida e com sangue.

 

Com o afastamento do presidente da Fecomércio, Hermes Cunha,, passa a comandar a entidade o presidente do Sindicato Varejista de Gêneros Alimentícios (Sincovaga), João Flávio Barbosa Sales.

 

O advogado Hélio Machado que realiza a defesa de  Hermes assegura que irá tentar anular a decisão na Justiça. Ele alegou que a convocação da assembleia geral foi feita de forma irregular, desrespeitando o estatuto da Fecomércio.

 

Já a Fecomércio apresentou documentos que comprovam que os conselheiros votaram pela não realização da assembleia nesta quarta-feira (14). Assim, nada justificava a realização da sessão de julgamento.

 

A Federação é composta por 17 sindicatos filiados e a sessão extraordinária só poderia ser convocada perante o requerimento de 12 deles, o que não ocorreu. Na lista de apoiadores da sessão constam penas nove nomes. 

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