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Quinta-feira, 08 de Fevereiro de 2018, 14h:56 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Oito agências bancárias foram invadidas na capital em menos de 40 dias

Daffiny Delgado

Reprodução

delegado GCCO

 

A onda de invasões e tentativas de roubos as agências bancárias da grande Cuiabá, vêm chamando a atenção e deixando a população, que mora próximo a essas instituições financeiras, apavoradas. Somente este ano, pelo menos oito bancos foram invadidos.

 

Na maioria dos casos, as tentativas de roubo são frustradas. Nos últimos sete dias, três bancos foram invadidos em Cuiabá e Várzea Grande. De acordo com dados da Polícia Civil, em Mato Grosso já foram registrados pelo menos 16 casos desde o início do ano.

 

A última invasão ocorreu na madrugada de terça-feira (06), onde cinco criminosos invadiram uma agência do Banco do Brasil, na Avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá. Os assaltantes tentaram arrombar os caixas eletrônicos usando explosivos. Após a dinamite não explodir, os assaltantes fugiram sem levar o dinheiro.

 

Todos os casos estão sendo investigados pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Acredita-se que os crimes estejam sendo cometidos por uma quadrilha especializada no roubo a banco.

 

A suspeita é devido aos modus operandi dos criminosos. Geralmente, eles agem em bando e fortemente armados. Em dois casos, por exemplo, os assaltantes desativam o sistema de segurança das agências, na tentativa de evitar que o alarme dispare durante a invasão.

 

O delegado responsável do GCCO, Diogo Santana Souza, afirmou que todas as medidas de segurança estão sendo tomadas para a localização desses criminosos. “Estamos investigando, instaurando inquéritos com o objetivo identificar a autoria dos integrantes, que estão agindo tanto na capital quanto no interior”, disse.

 

Conforme o delegado, na grande maioria, os bandidos não tiveram acesso aos cofres. Das ocorrências até o momento registradas, em Mato Grosso apenas três obtiveram êxito levando o dinheiro.

 

 

“O objetivo principal é o dinheiro. Acreditamos que o prejuízo é muito maior quando levam dinheiro, pois conseguem se articular e cooptar novos integrantes. Eles investem na compra de materiais (maquita, furadeiras, etc) e quando perdem esse material, sem terem lucro é muito mais importante para polícia do que quando conseguem acessar o cofre”, finalizou Santana.

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