Cuiabá, 24 de Setembro de 2018

COM MEDIDAS CAUTELARES

Quinta-feira, 12 de Julho de 2018, 09h:06 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Juiz concede HC a vereador preso com arma de uso restrito em VG

Da Redação

(Foto: Lapada Lapada)

Jânio Calistro

 

O vereador de Várzea Grande, Calistro Lemes do Nascimento, o Jânio Calistro (PSD) que foi preso com arma de uso restrito na terça-feira (10), em um bar no bairro Mapim, na região metropolitana, teve a liberdade concedida pelo juiz Abel Balbino Guimarães nesta quarta-feira (11). 

 

O juiz da 4ª Vara Criminal de Várzea Grande, é o mesmo que decretou a prisão preventiva do vereador na mesma data. 

 

De acordo com a advogada de Calistro, que requereu em juízo a reconsideração da revogação da prisão preventiva. O Ministério Público do Estado (MPE) foi favorável a concessão da liberdade ao vereador.

 

Mesmo concedendo a liberdade de Calistro, o juiz aplicou medidas cautelares como comparecimento pessoal e obrigatório na Justiça, mensalmente, todo dia 11 de cada mês, para justificar as atividades e atualizar endereço e não se ausentar da comarca onde reside por mais de 15 dias sem autorização do juiz.

 

 

Entenda o caso

 

 O vereador por Várzea Grande Jânio Calistro (PSD) foi preso nesta terça-feira (10), por posse ilegal de uma pistola calibre. 40, de uso restrito da polícia. Calistro estava em um bar no bairro Mapim, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. De acordo com informações, Jânio é policial civil aposentado.

 

A Polícia Militar recebeu uma denúncia anônima, informando que no bar funcionava um cassino clandestino. Jânio foi pego em flagrante portando a arma, quando estava no bar almoçando.

 

Em seguida, o parlamentar foi levado para a Central de Flagrantes de Várzea Grande. O delegado plantonista, Eder Santana, autuou o vereador por porte ilegal de arma de fogo.

 

Já na quarta-feira (11), Jânio Calistro teve a prisão em flagrante convertida para preventiva, após determinação do juiz Abel Balbino Guimarães. A decisão do juiz da 4ª Vara Criminal de Várzea Grande foi proferida durante a audiência de custódia. Jânio alegou que aguardava uma notificação da Polícia Civil para devolver a arma.

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