Cuiabá, 21 de Outubro de 2018

SANTO ANTONIO DE LEVERGER

Sexta-feira, 14 de Setembro de 2018, 14h:53 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Gerente do BB e família são sequestrados e mantidos reféns por 11 horas

Da Redação

(Foto: Reprodução)

BB SANTO ANTONIO

 

 

 

Em rápida ação de resposta a criminalidade, a Polícia Judiciária Civil com apoio da Polícia Militar frustrou o roubo, em que o gerente do Banco do Brasil e sua família foi feita refém, no município de Santo Antonio do Leverger (34 km de Cuiabá). O roubo ocorreria na manhã desta sexta-feira (14).

 

No início da manhã, a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) foi acionada pela segurança do Banco do Brasil, relatando que quatro homens sequestraram o gerente da agência bancária e sua família, em Santo Antonio do Leverger. 

 

As informações indicavam que a situação acontecia na modalidade conhecida como “sapatinho” (quando os criminosos fazem o gerente e família reféns, na noite anterior ao crime, para conseguir efetivar o roubo. 

 

Na manhã seguinte, o gerente é liberado para ir até a agência sacar todo dinheiro do cofre, enquanto a família permanece em poder dos suspeitos, até que seja entregue todo o valor dos cofres). Após ser comunicada sobre o andamento do sequestro, a segurança do Banco do Brasil acionou a GCCO, a qual imediatamente iniciou as diligências, seguindo rigorosamente o protocolo de segurança em casos de sequestro.

 

Com apoio dos policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope), e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), os investigadores da GCCO e demais equipes realizaram trabalho de saturação na região, inclusive com sobrevoo de aeronaves. Ao perceber a presença das forças policiais, os criminosos desistiram da ação, e libertaram as vítimas no bairro Pedra 90, em Cuiabá.

 

De acordo com o delegado da GCCO, Diogo Santana Souza, nesse tipo de ação é fundamental não permitir que o pagamento de resgate aconteça. “Felizmente, graças à agilidade na comunicação e na atuação policial, a ação foi frustrada, sem pagamento de qualquer valor aos assaltantes”, disse.

 

“O objetivo era evitar confronto com os suspeitos, pois isso poderia levar ao ferimento de alguma das vítimas. O trabalho visa, em primeiro plano,  libertar as vítimas em segurança, sem pagamento de resgate, e o que foi conseguido com sucesso”, destacou o delegado Diogo Santana Souza.

 

A equipe do GCCO segue as investigações para identificar os quatro envolvidos no roubo, bem como levantar informações das características físicas e veículos utilizados no crime. Segundo, Diogo Santana, quando identificados, os suspeitos serão indiciados pelo crime de extorsão mediante sequestro.

 

O êxito da ação foi viabilizada pela Força Tarefa, onde a GCCO mantêm contato estreito com a Polícia Militar por meio do Bope, além do apoio direto do Ciopaer, que deslocou com aeronave, razão considerada pré ponderante para demostrar a presença da polícia no local, e fazer com que os suspeitos desistissem da ação.

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