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Deputada substitui Maggi no Mapa e garante modernizar o setor

Luana Valentim
Da Redação

Foto: (Instagram)

BOLSONARO

 

A deputada federal, Tereza Cristina (DEM/MS), em entrevista à Rádio Capital FM, nesta quinta-feira (8), declarou que se sente honrada com o convite do presidente da República eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para ser a nova ministra da Agricultura. E que pretende trabalhar para melhorar a vida do produtor brasileiro pretendendo modernizar o setor.

 

Nesta quarta-feira (7), a parlamentar que é presidente da Frente Parlamentar Mista da Agropecuária, foi nomeada pelo presidente da República eleito, Jair Bolsonaro (PSL), como a nova ministra da Agricultura, substituindo o atual ministro Blairo Maggi (PP).

 

“Estou muito honrada com o convite e que estou cheia de orgulho em ser convidada para ser a ministra da Agricultura no governo Bolsonaro. Onde os produtores rurais estão depositando muita esperança na mudança de rumos para esse segmento tão importante para a nossa economia. Então me dá muita alegria e também muita responsabilidade”, afirmou.

 

Tereza disse que a responsabilidade é de como poderá melhorar a vida dos produtores rurais brasileiros, as mazelas, analisar a burocracia e os créditos. Além de substituir Maggi que tem feito um grande trabalho à frente do Mapa.

 

A parlamentar relatou que ainda não conversou com Bolsonaro sobre os planos no ministério, mas que pretende encontra-lo nesta sexta-feira (9), para saber o que espera dela e quais os pontos que ele tem a reforçar, bem como comunicar ao presidente eleito as suas opiniões sobre o que acredita ser necessário trabalhar no Mapa.

 

“Eu acho que amanhã começa uma nova etapa de conhecimento mútuo e também começar a entender o ministério, pois não o conheço a fundo como saber o que os produtores e a agropecuária brasileira querem de mudanças, facilitar o ambiente de negócios e a burocracia que se tem, enfim, depois de conversar com o presidente, tem essa transição que a gente vai esboçar as linhas e os rumos que se quer dar a política agrícola do Brasil”, pontuou.

 

Tereza acredita que é preciso dar a cara do governo Bolsonaro no setor agropecuário, pois todo gestor dá a sua característica e a sua personalidade às políticas públicas. E que ela pretende entender melhor o que o social liberal pensa para o ministério, ou se os deputados e, junto com as entidades de classe do setor produtivo, poderão discutir sobre modernização e quais as novidades que poderão vir a introduzir para definir os novos rumos para este ministério.

 

A deputada destacou que há muitos ‘gargalos’ a serem superados como os créditos, a burocracia, a liberação dos agrotóxicos, o problema de recuperação de áreas degradadas, enfim, há também a questão de abertura de mercados que precisa aumentar no Brasil, porém, avalia que ainda é muito cedo para falar de maneira concreta, pois deseja agora entrar e entender exatamente o que está em andamento e o que pode ser feito para dar a cara do novo governo.

 

Ela declarou que ainda nesta quinta, recebeu os cumprimentos do atual ministro que está em Dubai, na Índia, embarcando para o Brasil. Tereza relata que Maggi a parabenizou por ter sido escolhida para comandar a pasta, sendo os dois amigos de longa data e que ele se colocou à disposição para ajudá-la no que for necessário.

 

Tereza Cristina é mato-grossense, mas atualmente mora em Mato Grosso do Sul. Ela é engenheira agrônoma, apaixonada pela agropecuária, trabalhou a vida inteira neste setor e agora irá poder nesta pasta, enfrentar o grande desafio de fazer com que o Brasil seja mais reconhecido lá fora pela preservação.

 

“Porque a agricultura brasileira produz, é sustentável e ela preserva. Então eu acho que a gente tem que mudar a cara do agricultor brasileiro mostrando que ele é um homem que cada ano avança na produção e coloca comida barata nos pratos dos brasileiros sendo um alimento seguro. Além disso, ele exporta para vários países do mundo, grãos, carnes, hortaliças e flores. A agricultura é uma diversidade que eles têm que fazer a condução dessas políticas públicas dentro do ministério”, disparou.

 

 


Fonte: Revista Única

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