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Com redução menor do que propôs, Leitão garante que brigará por mais corte de gastos

Da Redação

(Foto: Reprodução)

Nilson Leitão

 

Foi votada na noite desta quarta-feira (11) a Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019, no Câmara Federal. Mas ao contrário do que esperava o deputado federal, Nilson Leitão (PSDB-MT) que, aliás, propôs por meio de emenda, uma redução da máquina pública de 20% dos gastos de custeio de atividades legislativas, executivas e no judiciário -, ela, entretanto, passou com  apenas 5%.

 

O parlamentar lamentou a decisão aprovada em relatório aprovado pela Comissão Mista de Orçamento, mas viu o diálogo como um começo. De acordo com o parlamentar - presidente da bancada ruralista no Congresso Nacional -, é possível diminuir o custo com itens como aluguel, que chegou a R$ 2 bilhões em 2017, por exemplo. 

 

"O Brasil merece ter um recomeço com investimentos em áreas essenciais para a população. Não é tirar a gasolina da ambulância, mas do carro oficial do ministro”, pontuou.

 

Durante a sessão do Congresso Nacional alguns deputados e senadores se posicionaram contrários à proposta de redução da máquina em 5%, conforme o texto do relator. O deputado Nilson Leitão, autor da emenda, protestou. 

 

“Isso é inadmissível, eu espero que não tenha nenhum tipo de manobra para isso. Porque a grande maioria desse plenário quer ver nessa casa a redução dos gastos para 2019. A forma de reduzir isso é diminuir os privilégios e sobrar dinheiro para investimentos”, enfatizou Nilson.

 

Na votação o Plenário derrubou o corte de 5% do custeio administrativo de todos os poderes como despesas com diárias, água, luz, telefone e combustível. A ideia era que o país começasse 2019 com menos custos. Apesar da resistência de alguns, Nilson Leitão afirma que não irá desistir da redução do custo da máquina. 

 

"O brasileiro não aguenta mais pagar privilégios e precisamos cortá-los - sem qualquer prejuízo para o serviço prestado ao cidadão. É necessário ter investimentos para gerar emprego e renda, e só haverá investimento se houver receita para tal. Lutaremos até o fim na defesa dessa proposta”, conclui.


Fonte: Revista Única

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