Cuiabá, 21 de Outubro de 2017

DIA DAS CRIANÇAS

Terça-feira, 10 de Outubro de 2017, 17h:43 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Orçamento é um dos principais fatores na escolha do presente e pais devem ficar atentos

Da Redação

(Foto: Reprodução)

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O Dia das Crianças, 12 de outubro, se aproxima e os pais e responsáveis devem ficar em alerta para as compras nesta data comemorativa.

 

Além dos cuidados na hora de poder agradar a criança, o efeito da crise parece ter sido fator importante na escolha, afinal, preços altos e contenção de despesas afetam diretamente nas compras, aponta pesquisa.

 

Antes de escolher qual o melhor presente, o Procon Estadual orienta algumas que é preciso ser levada em consideração, como a idade da criança, as informações das embalagens, o que oferecem as propagandas e quais os melhores preços e formas de pagamento dos produtos.

 

É presido ainda ter o conhecido de como se prevenir de acidentes e como proteger a criança que será presenteada. Por exemplo, em brinquedos, procure a idade indicativa e se suas funções correspondem à publicidade dos panfletos e anúncios. O mesmo cuidado vale para peças de roupas.

 

Já nas peças de vestuário, observe o tamanho, composição do tecido, maneira correta de se lavar ou conservar a roupa ou sapato. Além da nota fiscal, não se esqueça de solicitar o manual de instruções e a garantia já preenchida dos brinquedos.

 

Caso o produto não apresente defeito, a loja não é obrigada a trocar, salvo quando constar essa possibilidade em comprovante, etiqueta ou nota fiscal.

 

Orçamento reduzido 

 

O aumento dos preços e a contenção de despesas são os principais motivos que farão com que os consumidores gastem menos com o presente do Dia das Crianças neste ano, na comparação com 2016, segundo a Pesquisa Hábitos de Consumo da Boa Vista SCPC, feita com cerca de 1.100 pessoas, em todo o Brasil, especialmente para esta data. 

 

Os que irão priorizar o pagamento de outras despesas, como contas de consumo (água, energia elétrica, internet), mensalidade escolar e plano de saúde, ocupam a terceira posição, seguidos dos que alegam o desemprego (10%) e a redução de renda (9%). A imagem abaixo contém os detalhes. 

 

Ainda de acordo com a pesquisa, cerca de 57% disseram que gastarão menos ou a mesma quantia do ano passado na compra do presente. Enquanto, por outro lado, 40% representaram que decidirão o presente em função do preço. O desejo da criança ou a utilidade do item vêm em seguida.

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